Novo negacionismo de jornais visa ocultar suspeitas de mortes por vacinas

Os veículos dos grandes grupos de comunicação, no Brasil, vêm empreendendo uma campanha negacionista contra o tratamento precoce, mesmo após crescente número de evidências. Agora, diante de informações de utilidade pública sobre reações adversas e até óbitos associados às vacinas disponíveis no país, jornais e checadores se unem para impedir que essas informações circulem, através do rótulo de fake news.

Nenhuma matéria desses veículos negou, até o momento, os dados abertos disponibilizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em seu painel de notificações de reações de medicamentos e vacinas.

Repercutindo “checagens” de sites como a Lupa, Aos Fatos e outras agências financiadas internacionalmente, os jornais vêm atacando sites e postagens que mencionam suspeitas sobre vacinas. Essas suspeitas se baseiam em dados oficiais da Anvisa, mas para os jornais nenhum dado informado tem relação com as vacinas. Utilizando os alertas da própria agência, jornalistas tentam esconder ou minimizar o sofrimento de vítimas, dizendo que as reações e óbitos são “apenas” suspeitas.

Nenhum checador ou jornal negou as informações da Anvisa, mas buscaram deslegitimar a sua divulgação. Contra a informação de utilidade pública, jornais que dizem defender a vida humana menosprezam dados vitais para o avanço do combate à Covid-19 no país.

O recente ataque de checadores ao site Estudos Nacionais faz parte de um esforço de grandes grupos de comunicação para concentrar a atenção do Brasil na solução das vacinas, motivo pelo qual centrou ataque às informações que suspeitam da sua efetividade, da mesma forma como atacam e censuram médicos que defendem os tratamentos precoces contra Covid-19, mesmo após amplas evidências de efetividade.

Contra o tratamento precoce, o negacionismo da grande mídia vê nas vacinas a solução final para a pandemia, crença que justificaria a supressão de informações na internet.

Só nesta semana, outra “checagem” atacou e tentou deslegitimar as informações que lançam meras suspeitas nas vacinas. Sem informações que os favoreçam, checadores utilizam meras críticas disfarçadas de argumentos, na tentativa de iludir leitores desatentos.

Nesta terça-feira (2) a Anvisa publicou uma nota à imprensa informando que a relação entre as vacinas e reações ou óbitos é “suspeita”. O fato da suspeita já basta para atender aos critérios de noticiabilidade baseados no interesse público e na preocupação com danos á sociedade quanto à saúde pública. O site Estudos Nacionais não tem vínculos com indústria farmacêutica ou com qualquer entidade que privilegie uma única solução para a pandemia. A defesa da saúde pública e da transparências nas informações sobre as diversas soluções, sua eficácia e eventuais danos á sociedade, são, portanto, temas de interesse e que demandam constante atenção de nossa redação.

O site de “checadores” Aos Fatos distorceu informações de uma matéria do Estudos Nacionais que falava sobre os óbitos registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no sistema de notificação de eventos adversos de vacinas e medicamentos. Conhecido por suas distorções para classificar como fake news, o site de desinformação mudou o sentido do título e ignorou dados fornecidos pela própria Anvisa.

A matéria do EN, cujo título é Anvisa confirma 34 óbitos e 767 efeitos adversos em primeiro mês de vacinação” foi respondida em suposta “verificação” por Aos Fatos, nesta quarta-feira (3), com o seguinte título: “Não é verdade que Anvisa confirma mortes em decorrência de vacinas contra a Covid-19”. Acontece que a matéria do EN não afirma, em nenhum trecho do texto, que as mortes seriam “em decorrência de vacinas contra Covid-19”, mas apenas que elas ocorreram no primeiro mês de vacinação.

Fonte: Estudos Nacionais

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