foto: Ministro Pazuello

O Ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, anunciou nesta quarta-feira (3) que comprou doses das vacinas da Pfizer e a da Janssen, braço farmacêutico do grupo Johnson & Johnson. As vacinas vêm sendo consideradas perigosas por especialistas e vêm apresentando assustadores efeitos adversos em vários países. Além disso, estudos mostraram que a vacina é completamente inútil diante da nova variante do coronavírus, responsável pelo atual colapso na saúde pública.

Na contramão do Planalto, Pazuello segue os passos de Dória, que um dia antes havia anunciado a compra da mesma vacina.

Após pressão de governadores e prefeitos, o ministro Pazuello disse que a negociação com a Pfizer seria de 100 milhões de doses da vacina que foi rejeitada pela África do Sul. Na terça-feira, 2, a Câmara aprovou um projeto para que a União possa assumir as responsabilidades por eventuais efeitos adversos de vacinas da covid-19. Trata-se de exigência da Pfizer e da Janssen que o governo vinha apontando como abusiva.

Em artigo recente, um pesquisador israelense trouxe dados alarmantes sobre a vacinação em Israel, onde está sendo utilizada a vacina da Pfizer.

“Concluímos que as vacinas da Pfizer, para os idosos, mataram durante o período de vacinação de cinco semanas, cerca de 40 vezes mais pessoas do que a própria doença teria matado e cerca de 260 vezes mais pessoas do que a doença entre a classe de idade mais jovem. Ressaltamos que isso é para produzir um passaporte verde com validade de no máximo 6 meses, e promover as vendas da Pfizer”, acusa o artigo.

Em outro artigo, o pesquisador afirma que a vacina da Pfizer pode ser considerada a “principal causa de mortalidade em Israel e no mundo”. Esta percepção vem ao encontro de alertas feitos por médicos e geneticistas que há meses avisam sobre os perigos da tecnologia de RNA, sendo considerada por alguns como uma perigosa “terapia genética”. De acordo com especialistas, os efeitos de longo prazo dessa tecnologia ainda não são conhecidos, já que nunca foram testados em massa.

Fora do aspecto crítico à vacina de RNA, uma publicação no periódico The New England Journal of Medicine alerta para a pouca comunicação sobre reações adversas deste tipo de vacina para o SarsCov2 no mundo. Os pesquisadores reconhecem que a pouca informação sobre a nova tecnologia pode gerar apreensão em médicos e administradores.

“Os médicos podem não estar preparados para lidar com reações locais tardias à vacina de mRNA1273. Dada a expansão das campanhas de vacinação em massa em todo o mundo, essas reações provavelmente geram preocupações entre os pacientes e solicitações de avaliação”.

Vacina pode ser inútil

Além dos riscos óbvios de uma vacina que utiliza tecnologia ainda não testada em massa, o que a pandemia proporcionou a empresas que vinham investindo milhões de dólares em pesquisas, a ineficácia contra a nova cepa do coronavírus é outro problema que vem sendo discutido pela comunidade científica.

Um estudo recente aponta que a vacina produzida pela Pfizer em conjunto com a BioNTech pode ser menos efetiva para imunizar pacientes contra a variante sul-africana do novo coronavírus. De acordo com a pesquisa, a vacina pode ser até dois terços menos efetiva contra esta cepa. Este foi o motivo de a vacina da Pfizer ter sido rejeitada pela África do Sul.

Fonte: Estudos Nacionais

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