O higienismo sanitário está de volta à Europa e os europeus saem às ruas como se estivessem diante do retorno do pior pesadelo que assolou o continente. E de fato estão. Mas não só eles. Desta vez, a ameaça é global e tem como principal instrumento o dinheiro e a tecnologia. Essas duas armas são responsáveis por trazer de volta uma doutrina que todos pensaram estar sepultada na Segunda Guerra Mundial. Agora sob nova retórica, uma moldura politicamente correta, eles acusam seus adversários justamente de nazistas e fascistas. Mas o fantasma do nazismo parece estar ainda mais vivo nos nomes que encabeçam aquele conjunto de agendas políticas e comportamentais que chamamos de globalismo.

A tradição de nazistificação do adversário ficou popularizada nos métodos da mesma esquerda herdeira ideológica tanto do nacional socialismo alemão quanto da ideia de “nações proletárias”, popularizadas pelo socialista italiano Enrico Coradini e imitadas por Stalin e Mussolini. Para ser sustentada, uma mentira precisa ter como álibi a acusação do adversário daquilo mesmo que se está fazendo.

A esquerda midiática gosta de rotular o filósofo Olavo de Carvalho como um “guru” do que chamam de “fascismo”. Mas o mesmo tratamento jamais foi dado na academia ao também filósofo Martin Heidegger, um nazista confesso. Estranhamente, parece que no caso de Heidegger o meio acadêmico soube muito bem separar a obra filosófica da adesão política que ele praticou durante a vida. Ou será que há outra razão para isso? Certa vez, o jornalista de esquerda Nilson Laje, embora um praticante das mesmas rotulações baratas da esquerda acadêmica brasileira, notou esse estranho gosto acadêmico por Heidegger e questionou: como é que podemos dizer que o nazismo perdeu a guerra se Heidegger ainda é um dos filósofos mais populares das faculdades de filosofia? A pergunta de Laje é relevante, mas não parece ter sido respondida, apenas ignorada. Não sei se o que ele diz é verdade quanto ao prestígio do filósofo alemão na academia. Mas ele tem bem mais vivência acadêmica do que eu para falar, além de certa autoridade na própria esquerda mais ortodoxa brasileira (o jornalista já passou dos 80 anos).

Hoje, quando o grande capital detém o controle de toda a ação política da esquerda identitária, aburguesada e não menos fascista naquilo que Lucaks chamou de “revoluções subjetivas”, os homens e mulheres adorados pela grande mídia não contam apenas com vínculos burgueses para envergonhar a esquerda, mas vínculos mais do que familiares com o próprio nazismo e a eugenia, bem como com as doutrinas mais violentas de eliminação humana. Essas doutrinas abraçadas pela esquerda estão intimamente ligadas à continuidade do plano iniciado muito antes do nazismo, dos quais o hitlerismo foi apenas uma expressão, uma tentativa malsucedida  que se tornou inconveniente e, por isso, sacrificada em nome da limpeza da própria imagem.

No início do século passado, quem falasse em nome da “saúde pública” estava obviamente defendendo uma purificação racial e social por meio de ações do estado. Hoje, o mesmíssimo “valor” é colocado como símbolo de humanitarismo. Por que não mudaram pelo menos o termo?

Todo o jogo de cena da esquerda para rotular seus adversários como nazistas e fascistas tem sido um disfarce muito bem elaborado para afastar da opinião pública a verossimilhança oculta em uma teia de relações históricas macabras. A máxima “xingue-os do que você é”, atribuída a Lênin, não é menos aparente no nazismo, na defesa do fascismo stalinista, como no ambientalismo predatório: assim como a raiz pós-moderna do discurso ambientalista, que a pretexto de uma critica à modernidade pelo controle técnico da natureza, tese iluminista, propõe, no mesmo instante, um outro controle ainda mais radical pela mesma elite financeira antes acusada de devastação ambiental, o globalismo representa a continuidade, não do projeto democrático liberal, mas um arranjo que resgata as crenças eugenistas e racistas do início do século passado. E o faz pelo desejo de “limpeza” da imagem dos filantropos e suas fundações, uma resposta à demonização inicial dessa elite ambiciosa e inescrupulosa.

Sabemos que as grandes fundações como Ford, Rockefeller, representaram o intuito de melhorar a imagem desses bilionários. E isso foi feito por um bom motivo.

Basta que vejamos os vínculos históricos e familiares dos financistas e magnatas que estão, hoje, à frente da gestão da pandemia global, para compreendermos o motivo de sua fixação pelo controle e segregação social.

Bill Gates e Klaus Schwab são um exemplo disso. Suas instituições, a Microsoft e o Fórum Econômico Mundial, se uniram recentemente em uma Coalizão Global de Segurança Digital, ferramenta de controle dos discursos na internet.

A coalizão representa a união entre duas grandes forças da elite esquerdista financeira: o polêmico Bill Gates, que vem investindo pesado nas vacinas e por este motivo está otimista em relação à onda de passaportes sanitários, e Klaus Schwab, bilionário criador do Fórum Econômico Mundial, que recentemente foi associado ao nazismo por uma sobrevivente do Holocausto. Klaus descende de uma família de colaboradores do regime nazista. Gates, de uma árvore de magnatas eugenistas.

Em recente entrevista ao professor e advogado alemão Reiner Fuellmich, Vera Sharav, biomédica e sobrevivente do Holocausto, denunciou os laços da família de Klaus Martin Schwab com o regime nazista de Adolf Hitler. Schwab, conhecido por ser o idealizador do projeto do Great Reset (Grande Reset), nasceu em 1938 e é um homem com poucas informações públicas. Há pouca coisa antes de 1970, afirmou Sharav, após indicar a leitura da reportagem escrita por Johnny Vedmore, chamada “Os Valores da Família Schwab”.

A reportagem trouxe os vínculos da família Schwab com os nazistas e com o apartheid na África do Sul. Eugen Schwab, pai de Klaus, comandou um empresa de engenharia suíça que empregava trabalho escravo para produzir máquinas de guerra e era apoiada pelo partido nazista. Mais tarde, a mesma empresa teve o jovem Klaus Schwab atuando no conselho de administração que intermediou negociações com regime do apartheid sul africano para fins também militares.

Durante a entrevista, Karav também afirmou haver relação direta entre as pretensões eugenistas de Hitler e a campanha sanitária global promovida por homens como Klaus Schwab, Bill Gates e George Soros.

“Não podemos aceitar um governo que interfira em nossas escolhas médicas”, afirmou Karav. “Quando isso começou? Com os nazistas”, lembrou.

Segundo explica a sobrevivente do Holocausto e pesquisadora do tema, durante o regime nazista todas as leis foram violadas, instituições transformadas, como as universidades e meio intelectual, todos os ramos da sociedade foram afetados, tanto quanto agora. O sistema nazista, afirmou Karav, “destruiu a consciência social em nome da saúde pública”. Teria sido uma primeira tentativa de um “reset”? A esquerda midiática, impulsionada pelo dinheiro desses homens, faz o que pode para desvincular o esquerdismo do nazismo e fazer parecer que este último é “de direita” e não uma óbvia doutrina revolucionária em sua essência.

Assim como estamos vendo neste momento, a propaganda nazista usava o medo para promover campanhas publicitárias que expunham os judeus como fonte de doenças contagiosas. “Hoje alguns começam a entender porque os alemães não se levantaram contra a tirania: o medo os impediu de fazer o certo”, contou.

Quando vemos homens e mulheres transitando de máscaras sem ao menos compreender o motivo, apenas por uma ordem midiática, entendemos o que só o medo pode fazer. Um medo que provoca o consentimento com a desumanização. Uma desumanização que leva a uma óbvia escravidão voluntária.

No documento apresentado pela entrevistada, a agenda do “reset” promovida por Schwab é explicada como parte de interesses em “moldar as agendas globais, regionais e da indústria” para garantir a continuidade de agendas que falharam durante a Segunda Guerra, como a tecnologia militar e políticas de controle populacional.

Já Bill Gates possui raízes eugenistas bem mais óbvias. O avô de Gates, W. H. Gates, foi membro da Sociedade Eugênica americana, associação ligada à Ku Klux Klan, com vínculos históricos com o Partido Democrata. O pai, William Henri Gates II, foi membro do Conselho Administrativo da maior clínica de abortos do mundo, a Planned Parenthood, fundada pela eugenista Margareth Sanger.

Coincidentemente ou não, George Soros, outro magnata financiador da extrema esquerda em todo o mundo, colaborou com o nazismo quando jovem. Judeu, seu trabalho era delatar e expropriar outros judeus. Questionado sobre esse período, em uma entrevista, Soros disse que não se arrepende.

Estes são os ideólogos e financiadores do globalismo, que a mídia e a esquerda gostam de tratar como “teorias conspiratórias”, perseguir e calar quem meramente faça lembranças a esse respeito.

Não é menos macabra a história da Fundação Rockefeller, grande financiadora da origem da atual Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz, que hoje produz a vacina da Astrazeneca. Os investimentos dos Rockefeller em saúde remontam ao período nazista e sempre estiveram aliados de alguma maneira ao ideal da eugenia, jamais abandonado pela histórica fundação.

Durante o período entre 1939 e a guerra, a Fundação Rockefeller financiou pesquisa biológica no Instituto Kaiser Wilhelm em Berlim para pesquisas eugênicas. Com objetivo de criar uma raça superior e esterilizar ou matar aqueles que são considerados “inferiores”, a eugenia do regime nazista só foi possível com o investimento e a ajuda dos Rockefeller, além da IBM, Ford e outras entidade bilionárias.

A empresa Standard Oil, de propriedade da família Rockefeller, violou a lei dos Estados Unidos ao fornecer combustível secretamente para a Força Aérea Nazista durante a guerra. Depois da Guerra, os irmãos Rockefeller deram um jeito de arregimentar cientistas nazistas envolvidos em experimentos medonhos com seres humanos para serem introduzidos nos Estados Unidos e Canadá com identidades novas, para continuar seus experimentos eugênicos. Muitos trabalharam para a CIA no projeto secreto MK-Ultra.

Nos anos 50, os irmãos Rockefeller fundaram o Conselho Populacional, para eugenia avançada. Agora disfarçada como pesquisa populacional e controle de natalidade. Nos anos 70, eles eram responsáveis por um projeto Ultra Secreto do governo dos EUA, dirigido por Kissinger, Assessor do Conselho Nacional de Segurança Rockefeller, intitulado NSSM-200 “Consequências do Crescimento da População Mundial para a Segurança dos Estados Unidos e de seus Interesses Além Mar”

O projeto questionava o crescimento populacional em nações em desenvolvimento com matéria prima estratégica como petróleo ou minerais como uma “ameaça para a segurança nacional” dos Estados Unidos, porque o crescimento da população poderia fazer crescer a demanda nesses países por esses matérias primas, que poderiam ser usadas internamente.

Hoje, o ambientalismo, a ideologia de gênero, o politicamente correto, assim como as novas normas sanitárias de segurança inauguradas com a pandemia, encarnam os mesmos objetivos de controle populacional, separação social, com o incremento de novas tecnologias, cujo alvo continua sendo os países em desenvolvimento.

Estudos Nacionais

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